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23 março, 2012

Pará registra queda de 46% nos casos notificados de dengue

O Pará registrou uma queda de 46,35% nos casos notificados de dengue, de 1º de janeiro a 15 de março, em relação ao mesmo período de 2011. A informação é da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), que divulgou, nesta quarta-feira (21), o 9º Informe da Situação da Dengue no Estado. São 8.074 casos notificados da doença contra 15.047 de 2011.

Dos 8.074 casos suspeitos da doença, 2.538 foram confirmados com a seguinte classificação final: 1.891 casos de dengue clássica (DC), 11 de dengue com complicação (DCC), 02 de febre hemorrágica da dengue (FHD) e 01 caso de síndrome do choque da dengue (SCD).

Os municípios com maior número de casos notificados continuam sendo Parauapebas (1.552), Belém (1.310), Marabá (648), Ananindeua (501) e Marituba (356). No que tange aos casos confirmados, os municípios com mais casos são Parauapebas (749), Belém (290) e Ananindeua (139). Até o momento, há confirmação de um óbito por dengue, registrado no município de Parauapebas.

19 março, 2012

Parauapebas e Belém são recordistas em casos da dengue

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) divulgou ontem o Informe Epidemiológico Nº 08/2012 da situação da Dengue no Estado. Até agora, foram notificados 6.782 casos suspeitos da doença, dos quais 1.905 casos confirmados com a seguinte classificação final: 1.891 casos de dengue clássica (DC), 11 de dengue com complicação (DCC), 2 de febre hemorrágica da dengue (FHD) e 1 caso de síndrome do choque da dengue (SCD).


Os municípios com maior número de casos notificados são: Parauapebas (1.552), Belém (1.162), Marabá (611), Ananindeua (439) e Marituba (249). Em relação aos casos confirmados, os municípios com maiores registros são Parauapebas, com 597, Belém com 268 e Ananindeua com 139 casos. No que tange a óbito por dengue, existe apenas um caso confirmado em Parauapebas, porém seis ainda estão em investigação no Estado.


Em relação ao mesmo período de 2011, houve uma diminuição do número de casos da doença no Estado. Na época, de um total de 13.034 casos suspeitos foram confirmadas 7.342 pessoas acometidas de dengue, além de 6 óbitos, sendo 2 de Belém, 1 de Bom Jesus do Tocantins, 1 de Oriximiná, 1 de Santarém e 1 de Xinguara.


Os municípios que estão registrando maior número de notificações têm sido orientados a identificar os bairros e ruas com ocorrências, para as ações de combate aos focos do mosquito Aedes aegypti: bloqueio imediato da transmissão nas localidades ou bairros que notificam casos, atividades de educação e comunicação, visando a sensibilização da população, órgãos governamentais e não governamentais; articulação com órgãos municipais de saneamento e limpeza urbana para melhoria da coleta e destinação adequada do lixo; e manutenção das atividades de rotina no combate ao vetor.


É importante redobrar os cuidados para evitar o acúmulo de água em recipientes, vasilhames, calhas, piscinas e caixas d’água, além do cuidado com o lixo em quintais e jardins.


O Liberal

22 janeiro, 2012

Agentes lamentam falta de atendimento médico à presos em Parauapebas


Os agentes prisionais vinculados à Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), lotados em Parauapebas, reclamam que os cerca de 100 detentos custodiados na carceragem municipal da cidade estão há dois meses sem receber atendimento médico.
Em entrevista o agente prisional Gildásio Moura da Silva, coordenador carcerário da Susipe em Parauapebas, explica que até outubro do ano passado os presos com problemas de saúde vinham sendo atendidos duas vezes por mês na própria carceragem do Bairro Rio Verde por médicos contratados pela prefeitura.
De novembro para cá, Gildásio Moura diz ter sido surpreendido com a falta da presença dos médicos na carceragem municipal, ausência esta que vem obrigando a coordenação local da Susipe a deslocar os press em viaturas para o hospital municipal de Parauapebas, colocando em risco ao vida tanto do detento como da sociedade.
Além do apoio médico que os agentes da Susipe recebiam da prefeitura, o coordenador carcerário informa que o governo municipal vem bancando as despesas de consumo de água e de energia elétrica do prédio da carceragem e também o pagamento do salário de dois vigilantes civis.
“O café da manhã e o almoço dos presos são mantidos pelo Governo do Estado, enquanto que o jantar é fornecido pelos familiares dos prórios detentos”, explica Gildásio Moura.
A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para falar sobre a falta de médicos no atendimento aos detentos custodiados na carceragem do Bairro Rio Verde e foi recebida pela diretora das distritais de saúde, Katiúscia Lima.
A diretora assume que a Semsa suspendeu no dia 14 de outubro do ano passado o apoio dos médicos aos presidiários do Rio Verde, mas promete que no próximo dia 23 do corrente o serviço de atendimento médico será restabelecido aos presos.
Segundo Katiúscia Ferreira Lima, os serviços de atendimento eram desenvolvidos três vezes por semana na carceragem por um médico e um técnico de enfermagem, constituindo-se em consulta médica, exames laboratoriais e distribuição de medicamentos. “O motivo da suspensão dos serviços médicos ocorreu em decorrência da falta de técnico habilitado para lidar com a saúde dos presos”, justifica a diretora distrital de saúde. 
Fonte: Correio do Tocantins

Chuvas aumentam o risco de focos da dengue


A chegada do período chuvoso na região Norte do país, além dos transtornos de sempre, aumenta ainda mais o risco de focos do Aedes aegypti, o mosquito transmissor do vírus da dengue. Somente em 2011, em todo o Estado, foram notificados 29.291 casos da doença, sendo confirmados 13.656. Belém registrou 5.058 do total de casos e foram registrados 19 óbitos.
O município com maior incidência de notificações da doença foi Belém, que segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), foram notificados 5.058 casos. A segunda cidade com maior número de casos é Santarém, com 2.177, seguida por Altamira, que teve 2.060.

Ananindeua ficou com o terceiro lugar e em quarto Parauapebas, com 1.483 e 1.403 casos, respectivamente. Marabá e Marituba vêm na sequência com 1.239 e 971 cada.
Mas em relação aos números de casos confirmados em 2011, Belém aparece à frente dos demais municípios, com 1.116 casos. Depois vem Santarém, com 1.293, e Altamira, 1.263 casos. Na terceira posição está Parauapebas, 687 confirmações, e no quarto lugar Marabá, 497. Ananindeua e Marituba prosseguem com 351 e 342 cada uma.
Em 2012, em Belém, o bairro com maior número de casos registrados foi o bairro do Tapanã, com 118 ocorrências. Em segundo vem o bairro do Marco, 116 casos, e em terceiro a Pedreira, com 118 casos. Icoaraci, a Vila Sorriso, teve 87 casos, seguido do bairro do Guamá, com 84. Por último vem o bairro da Sacramenta, com 34 registros da doença.

O secretario de Estado de Sáude, Hélio Franco, alerta para que a preocupação com a dengue não deve ocorrer tão-somente agora quando as chuvas ficam mais intensas, mas durante os 365 dias do ano. Outra grande preocupação, diz o secretário, e que está sendo difundida entre os médicos da rede de saúde dos 143 municípios, é o manejo clínico da doença para evitar complicações.

Diário do Pará

18 janeiro, 2012

Famílias gastam com saúde 29,5% mais que o governo

Analisem o quanto nós estamos desmerecidos, com relação a saúde.
Pagamos impostos e ainda pagamos para manter nossa saúdem dia, então para onde vão os impostos?


O gasto per capita da administração pública, que inclui as esferas de governo federal, estadual e municipal, em bens e serviços de saúde foi de R$ 645,27 em 2009, segundo o levantamento Conta-Satélite de Saúde 2007-2009, um detalhamento das contas nacionais, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a despesa per capita das famílias com saúde no mesmo período foi 29,5% maior, cerca de R$ 835,65.


Embora as despesas com saúde aumentem ano a ano, a diferença permanece considerável entre os gastos privados e os gastos públicos. Em 2008, o gasto per capita com saúde do setor público foi de R$ 566,43, enquanto o gasto privado por pessoa foi de R$ 758,21. Em 2007, a administração pública despendeu com saúde R$ 502,36 por pessoa, enquanto as famílias gastaram R$ 698,98.


De acordo com o IBGE, o aumento dos gastos públicos e privados em saúde está diretamente ligado ao envelhecimento da população. "A população vai ficando mais velha, usa mais serviços de saúde, porque as pessoas vivem mais", explicou Ricardo Montes Moraes, gerente da Coordenação de Contas Nacionais do IBGE.


Foi a primeira vez que o IBGE calculou a despesa per capita com saúde no País. A publicação teve uma edição anterior, referente ao período de 2005 a 2007, mas não continha esse tipo de comparação.


O estudo mostrou ainda que as famílias são responsáveis por 56,4% das despesas totais com saúde e o setor público por 43,6%. A distância era ainda maior em 2007, 58,2% a 41,8%, respectivamente, mas continua muito longe da proporção de países como Alemanha, França e Bélgica, onde o setor público responde por mais de 70% dos gastos em saúde.


De cada R$ 100 gastos pelas famílias com saúde, R$ 38,40 vão para remédios e outros bens, como aparelhos e instrumentos médicos; R$ 52,7 vão para serviços e R$ 8,90 para planos de saúde. Em 2009, os brasileiros gastaram R$ 60,2 bilhões em medicamentos e outros bens, R$ 82,8 bilhões no pagamento de serviços e R$ 13,9 bilhões em planos de saúde.


Os dados mostram o aumento expressivo dos gastos com remédios, que passaram de R$ 48,8 bilhões em 2008 para R$ 56,1 bilhões em 2009. Os gastos com hospitais ficaram estagnados, enquanto houve grande crescimento dos pagamentos por serviços não hospitalares (consultórios, clínicas, laboratórios, exames), que passaram de R$ 49,8 bilhões para R$ 57 bilhões.


Já o setor público gastou R$ 6,3 bilhões (5%) em medicamentos distribuídos gratuitamente para a população, o que não inclui remédios aplicados em pacientes de hospitais e postos de saúde. O maior peso dos gastos públicos, de R$ 102,2 bilhões em 2009 (82,7%), foi aplicado em saúde pública (serviços de atenção à saúde, vacinação, postos de saúde, vigilância sanitária). Despesas com hospitais públicos e com pagamentos do Sistema Único de Saúde (SUS) a hospitais privados somaram R$ 14,9 bilhões (12,1%).

12 dezembro, 2011

SAÚDE NO PARÁ - Um Inferno, Um Caos

Reportagem no Hospital de Pronto Socorro Municipal (HPSM) um dos maiores Pronto Socorro de Belém

18 novembro, 2011

ESGOTO E SAÚDE SÃO SERVIÇOS COM PIOR AVALIAÇÃO NO PARÁ

Sete em cada dez eleitores do Pará (71%) dizem que a canalização de esgoto no Estado é ruim ou péssima. É um índice similar ao dos que consideram a saúde e os hospitais ruins ou péssimos (67%). Também são avaliados como ruins ou péssimos por mais da metade dos eleitores paraenses o saneamento básico (61%) e a segurança (57%) no Estado. A criação e manutenção de rodovias, hidrovias e ferrovias são tidas como ruins ou péssimas por 46%. Moradia e habitação e luz, rede elétrica e energia são os serviços com os índices mais altos de avaliações ótimas ou boas (31% e 29%, respectivamente). A educação é avaliada como ruim ou péssima por 42% dos eleitores como ruim ou péssima. Para este serviço, o índice chega a 50% entre aqueles que estão onde se pretender criar o novo Estado do Pará. Na área em que estaria o Estado de Carajás, porém, apenas 23% avaliam a educação como ruim ou péssima, e na área onde estaria Tapajós, esse índice é de 33%. Há também o cenário inverso: quando o assunto é canalização de esgoto, 66% dos que estão onde seria o novo Pará avaliam o serviço como ruim ou péssimo. Entre aqueles que vivem onde seria Carajás, o índice vai a 79%, e na área onde seria Tapajós, a 77%.


Fonte: DataFolha

29 agosto, 2011

"O DESCASO DE NOSSA SAÚDE", veja essas lamentáveis notícias postada por um leitor (O Povo fala)

DIVISÃO DO PARÁ JÁ:
Mais um bebê morre após negligência, Carliane Nunes foi mais uma vítima da negligência e a omissão dos órgãos públicos. Depois de passar pelos hospitais da Santa Casa de Misericórdia, Gaspar Viana e Santa Clara, a universitária teve um bebê no banco do carona, do carro de um vizinho que testemunhou o sofrimento da mãe.

"Na primeira vez em que eu cheguei na Santa Casa, me despacharam da porta. Eu estava sentindo dor e me negaram socorro. Eu já cheguei no Santa Clara com a criança nascendo, foi quando um enfermeio veio finalizar o resto do parto, dentro do carro, e mandou que eu corresse pra Santa Casa porque o meu filho corria risco porque era prematuro.", relata a estudante.

Só depois que a criança nasceu foi que Carliane foi atendida de fato na Santa Casa. Enzo nasceu de sete meses, com 1,200 kg e 32 centímetros. Encaminhado à UTI neonatal, o menino foi entubado e permaneceu com vida por três dias, vindo a óbito devido a uma infecção contraída durante o parto.

Em entrevista à RBA TV, Carliane afirma que vai processar o Estado e que tem certeza de que se tivesse sido atendida a tempo, o bebê estaria vivo. "Eu não quero que outras mães passem pelo o que eu estou passando. O caso do meu filho não vai ficar impune. Quero que seja feita justiça.", finaliza, emocionada, a jovem mãe.

OUTRO CASO
Por falta de leito para internação, Vanessa do Socorro, com sete meses de gestação, perdeu os filhos gêmeos após passar horas tentando atendimento na Santa Casa e no Hospital das Clínicas, em Belém.

VAMOS LANÇAR O "NOVO PARÁ"

EU voto 77. SIM
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