Mostrando postagens com marcador Belém. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Belém. Mostrar todas as postagens

19 março, 2012

Parauapebas e Belém são recordistas em casos da dengue

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) divulgou ontem o Informe Epidemiológico Nº 08/2012 da situação da Dengue no Estado. Até agora, foram notificados 6.782 casos suspeitos da doença, dos quais 1.905 casos confirmados com a seguinte classificação final: 1.891 casos de dengue clássica (DC), 11 de dengue com complicação (DCC), 2 de febre hemorrágica da dengue (FHD) e 1 caso de síndrome do choque da dengue (SCD).


Os municípios com maior número de casos notificados são: Parauapebas (1.552), Belém (1.162), Marabá (611), Ananindeua (439) e Marituba (249). Em relação aos casos confirmados, os municípios com maiores registros são Parauapebas, com 597, Belém com 268 e Ananindeua com 139 casos. No que tange a óbito por dengue, existe apenas um caso confirmado em Parauapebas, porém seis ainda estão em investigação no Estado.


Em relação ao mesmo período de 2011, houve uma diminuição do número de casos da doença no Estado. Na época, de um total de 13.034 casos suspeitos foram confirmadas 7.342 pessoas acometidas de dengue, além de 6 óbitos, sendo 2 de Belém, 1 de Bom Jesus do Tocantins, 1 de Oriximiná, 1 de Santarém e 1 de Xinguara.


Os municípios que estão registrando maior número de notificações têm sido orientados a identificar os bairros e ruas com ocorrências, para as ações de combate aos focos do mosquito Aedes aegypti: bloqueio imediato da transmissão nas localidades ou bairros que notificam casos, atividades de educação e comunicação, visando a sensibilização da população, órgãos governamentais e não governamentais; articulação com órgãos municipais de saneamento e limpeza urbana para melhoria da coleta e destinação adequada do lixo; e manutenção das atividades de rotina no combate ao vetor.


É importante redobrar os cuidados para evitar o acúmulo de água em recipientes, vasilhames, calhas, piscinas e caixas d’água, além do cuidado com o lixo em quintais e jardins.


O Liberal

06 fevereiro, 2012

Estacionar em Belém virou um transtorno

É cada vez mais complicado para os motoristas de Belém encontrarem locais para estacionamento.

Belém: Bueiros entupidos assustam moradores

Essa é nossa convivência Podre aqui no Pará!!!! O próprio Pará não se consegue cuidadar.


Moradores do bairro Tenoné, localizado no distrito de Icoaraci, reclamam do descaso da Prefeitura de Belém com a infra-estrutura do local

30 janeiro, 2012

Oficina debate rumos da humanização do SUS em Belém


Acolhimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) da Região Metropolitana de Belém, redes de atenção e qualificação de profissionais de saúde estiveram em pauta durante o primeiro Encontro dos Coletivos de Humanização da Região Metropolitana da capital paraense, que acontece até esta terça-feira, 31, no auditório do Centro Integrado de Governo (CIG), em Belém. O evento é promovido pela Coordenação de Humanização da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), com apoio do Ministério da Saúde (MS).
O Encontro está sendo mediado pelo coordenador geral da Política Nacional de Humanização (PNH), Gustavo Nunes de Oliveira, que destaca o objetivo do evento. "Cada encontro de coletivo serve para aproximar os envolvidos na PNH, no sentido de estabelecer um diálogo entre os atores do sistema público de saúde e a população", explicou.
"Esses dois dias de encontro servirão para que os participantes ampliem o conceito de uma rede de colaboração, que permita o encontro, a troca, o afeto, o conhecimento, o aprendizado, a expressão livre, a escuta sensível, a multiplicidade de visões e a arte da conversa, além da discussão da capacidade transformadora das práticas de saúde e de gestão", explica Gustavo Nunes.
De acordo com o coordenador estadual de Humanização, Luiz Guilherme Martins, a humanização trabalha com várias vertentes do atendimento na saúde. "A saúde do trabalhador, o atendimento e a ambiência são áreas que fazem parte do processo de humanização da atenção e gestão em saúde", afirmou. Segundo ele, em conformidade com os trabalhos já construídos e desenvolvidos sobre o assunto no Pará, o objetivo é implementar, coletivamente, essa política em todo Estado, estimulando o protagonismo de todas as pessoas envolvidas e favorecendo a articulação e organização em rede.
Para Dione Cunha, diretora técnica da Sespa, o encontro possibilitará também o compartilhamento, a atualização e o debate de estratégias para a consolidação da Rede Cegonha no Pará, que deverá ocorrer ainda este ano. "Não deixa de ser uma oportunidade para esclarecimento e pactuação das ações de apoio institucional à Rede, a partir da região de Belém, para estimular a articulação das pessoas que têm a missão direta de implementar essas ações de saúde.
Sobre a PNH
Voltada tanto para usuários do SUS quanto para trabalhadores e gestores, a PNH trabalha a partir da proposta de inclusão destes três protagonistas na produção de saúde. Ela estimula o desdobramento de suas diretrizes em dispositivos que possam aprimorar o serviço de saúde, como o acolhimento com classificação de risco; equipe de referência e apoio matricial; projeto terapêutico singular, projeto de saúde coletiva; construção coletiva da ambiência; gestão compartilhada (colegiados, contratos de gestão); sistemas de escuta qualificada para usuários e trabalhadores da saúde; projeto de acolhimento do familiar/cuidador; programa de formação em saúde e trabalho e atividades de qualidade de vida e atenção à saúde para os trabalhadores da saúde e os chamados grupos de trabalho em humanização (GTH).
O trabalho da PNH é regionalizado e, em cada território de atuação, pode haver diferentes arranjos de trabalho, como coordenações/gerências de humanização ou, estando vinculada à área de educação em saúde, recursos humanos e outras áreas das secretarias de saúde. Há também coletivos que conduzem a humanização nos diferentes pontos da rede de saúde, apoiados por consultores divididos em oito Coordenações Regionais: Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul); Nordeste (Alagoas, Bahia, Sergipe e Pernambuco); Nordeste (Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte); Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins); Sudeste 1 (São Paulo), Sudeste 2 (Espírito Santo e Rio de Janeiro), Sudeste 3 (Minas Gerais) e Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Além disso, a PNH desenvolve e oferece cursos, oficinas e seminários, certifica e divulga experiências bem-sucedidas de humanização no SUS e, produz materiais educativos e de divulgação para a implantação desses dispositivos.
O Encontro acontece até a manhã desta terça-feira, 31, e conta com a parceria do Ministério da Saúde, através da Coordenação Nacional e Regional da PNH, e das Secretarias Municipais de Saúde da Região Metropolitana Belém, através das suas respectivas Referências Técnicas de Humanização. Mediarão o evento o coordenador nacional da PNH, Gustavo Nunes; a coordenadora da PNH da região Norte, Terezinha Moreira, o apoiador da Política no Pará, Victor Melo, além do coordenador estadual de Humanização, Luiz Guilherme Martins.

16 janeiro, 2012

Governo garante em acordo ajuste salarial a servidores públicos de Belém


O esforço do governo do Estado em garantir, por meio do diálogo, que os salários dos servidores públicos não sejam corroídos por perdas decorrentes da inflação e vantagens não pagas no tempo devido, resultou na manhã desta sexta-feira (13) no fechamento de um acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais do Município de Belém, que garante um ajuste salarial de 12%, a ser pago em parcelas mensais ao longo de três anos. A primeira parcela, equivalente a 4%, já será incorporada aos salários de março deste ano, beneficiando servidores públicos da capital, incluindo ativos, aposentados e pensionistas.
Realizada na sede da Procuradoria Geral do Estado (PGE), a reunião contou com as participações da secretária de Estado de Administração, Alice Viana, do procurador Geral do Estado, Caio Trindade, e de representantes do Sindicato dos Servidores Públicos de Belém. A secretária mostrou aos sindicalistas as planilhas comprovando que parte do ajuste solicitado já havia sido incorporado aos salários dos servidores.
O procurador Caio Trindade destacou a importância do diálogo entre o governo e a sociedade. “É importante essa abertura que o governo estadual tem para a negociação. Isso foi demonstrado em 2011 e prossegue neste ano. Essa é uma determinação do próprio governador Simão Jatene, uma vez que a reposição salarial dos servidores é uma preocupação deste governo”, ressaltou.
Leandro Borges, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais do Município de Belém, declarou que o acordo satisfaz às expectativas da categoria, e destacou o compromisso do atual governo com o funcionalismo público. “Foi uma vitória para todos nós o ajuste de 12%, diante da justificativa técnica que nos foi apresentada. Demonstra a sensibilidade do governador nesta situação e nos tranquiliza quanto ao êxito de todo o processo deste acordo”, reiterou.
Dívidas – Em janeiro de 2011, quando o governador Simão Jatene tomou posse, encontrou uma dívida referente a vantagens salariais que totalizava R$ 52 milhões. Esse montante, que incluía perdas salariais de Planos de Cargos e Salários, Adicional por Tempo de Serviço, ajuste do 13º salário, entre outros benefícios, já começou a ser recuperado. Ainda em 2011, o governo pagou R$ 20 milhões, e o restante deverá ser quitado até o final de 2013.
“A recuperação do saldo restante será ao longo deste e do próximo ano. Mas tão importante quanto quitar essa dívida é não deixar que ela volte a acontecer. Por isso, reajustamos os salários em 6,31% e 6,86% acompanhando o índice da inflação de abril de 2010 a abril de 2011, para que não houvesse novas perdas salariais”, explicou a secretária Alice Viana. O ajuste salarial, que beneficia cerca de 60% do funcionalismo público, gerou um acréscimo de R$ 11,5 milhões na folha de pagamento.
As perdas salariais também motivaram a ação movida em 1999 pelo Sindicato, que solicitava um reajuste de 22,45% nos salários dos servidores públicos da capital. O resultado da ação saiu em maio do ano passado, dando ganho de causa aos trabalhadores. Ao Estado coube pagar uma dívida de cerca de R$ 40 milhões.
O atual governo acatou a decisão judicial, mas precisava administrar outro problema: o valor devido extrapola o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Hoje, mesmo diante da obrigatoriedade de cumprir a ação judicial, o governo não tem autorização e nem disponibilidade financeira para cumprir, de uma só vez, o estabelecido pela ação.
Para evitar maiores danos e garantir o compromisso assumido com o funcionalismo, o governo promoveu o diálogo com o sindicato, a fim de encontrar uma forma de viabilizar o pagamento do percentual, conforme a decisão judicial, mas sem colocar o Estado em uma situação de desobediência à Lei de Responsabilidade Fiscal. O resultado foi o acordo, benéfico para ambas as partes.

Portal do Governo

05 dezembro, 2011

Plebiscito sobre divisão do Pará opõe Belém a interior


Às vésperas do plebiscito que verificará, no próximo dia 11, a opinião dos moradores do Pará sobre o desmembramento do Estado em até três partes, a população paraense já está, na prática, dividida. Enquanto na capital, Belém, vozes contrárias à separação predominam, no sul e no oeste do Estado, onde podem ser criados respectivamente os Estados de Carajás e Tapajós, muitos defendem o desmembramento.
A campanha contrária à divisão diz que a medida empobreceria o que restasse do Pará e só beneficiaria políticos dos novos Estados; já os partidários da separação afirmam que ela facilitaria a gestão de regiões muito distantes da atual capital e ampliaria os recursos destinados a essas áreas. Se levada a cabo, a divisão reduziria o Pará a 17% de seu território, segundo estudo do Idesp (Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará), autarquia ligada ao governo estadual. Porém, o Estado conservaria 64% de sua população, de cerca de 7,5 milhões de habitantes.
Tapajós e Carajás, por sua vez, ocupariam 59% e 27% da área do Estado e abrigariam 15% e 21% de sua população, respectivamente.
Segundo pesquisa do instituto Datafolha divulgada no último dia 25 de novembro, mais de 60% dos moradores do Pará rejeitam a divisão do Estado. O "não" tem o apoio de mais de 80% dos moradores do que restaria do Pará, ao passo que a separação é defendida por 78% dos habitantes de Carajás e 74% dos residentes em Tapajós.
Caso seja criado, Tapajós teria quase metade de seu território ocupado por reservas indígenas ou florestais, incluindo a região do Xingu, onde o governo pretende construir a usina hidrelétrica de Belo Monte. O Estado do Carajás, de ocupação mais recente, teria a mineração como principal atividade econômica - hoje, a Vale explora na região a maior jazida de minério de ferro do mundo, em Paraupebas. No plebiscito, em 11 de dezembro, os moradores do Estado terão de opinar separadamente sobre a criação de cada uma das unidades.
Se a proposta for aprovada, a Assembleia Legislativa do Pará terá de elaborar e votar um parecer sobre o assunto, que será encaminhado ao Congresso. A proposta, então, seria submetida a senadores e deputados e precisaria ser aprovada com maioria absoluta em ambas as Casas.
Em seguida, caberia à presidente Dilma Rousseff sancionar ou vetar a medida.
Exemplo de Tocantins
Líder do movimento pela separação de Carajás e cotado como candidato ao governo do Estado em caso de secessão, o deputado Giovanni Queiroz (PDT) diz se inspirar no desmembramento do Estado de Goiás, que deu origem ao Tocantins, em 1988. Segundo ele, a divisão permitiu que o Tocantins aprimorasse sua gestão e reduzisse seu índice de miséria de 56% para 23%.
Queiroz afirma ainda que, antes da divisão, Tocantins tinha só 100 km de estradas estaduais asfaltadas. "Hoje, são mais de 6 mil km. O Pará tem cinco vezes o tamanho de Tocantins, cinco vezes a população de Tocantins, e só 4.800 km de rodovias estaduais pavimentadas." Para o deputado federal Lira Maia (DEM), que chefia a frente pela separação de Tapajós, a divisão resultaria em maiores repasses de verbas federais aos novos Estados.
Hoje, diz ele, a região do Tapajós recebe apenas 5% de todos os investimentos feitos no Pará, valor insuficiente para sanar as carências locais. Maia afirma ainda que o movimento pela separação de Tapajós é uma aspiração histórica da região, existente há 150 anos, e que visa garantir que ela explore todo o seu potencial econômico. Segundo ele, a região tem mais de 1 milhão de hectares que poderiam ser aproveitados pela agropecuária sem prejuízo ambiental e almeja se tornar um polo turístico, por abrigar algumas das áreas mais exóticas e preservadas da floresta amazônica.
Maia rejeita o argumento de que a criação de dois Estados favoreceria desproporcionalmente a região Norte no Congresso, já que resultaria na criação de três cadeiras no Senado para cada nova unidade. "São Paulo tem hoje 70 deputados federais, muito mais do que todos os Estados da Amazônia, que têm 56. E a Amazônia, com todo o incômodo que causa ao mundo, precisa ter mais representatividade."
'Parazinho'
Já o deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB), líder do movimento contrário à separação, afirma que a mudança prejudicaria o novo Estado do Pará. "O Pará viraria o 'Parazinho', com todas as suas riquezas subtraídas", afirma. O argumento ecoa pelas ruas de Belém: dezenas de moradores da cidade consultados sobre o plebiscito pela BBC Brasil citaram a perda de recursos como um dos principais motivos para votar "não".
Coutinho diz ainda que, ao contrário do que argumentam os partidários da divisão, a medida não melhoraria a gestão das regiões. "Se tamanho reduzido gerasse eficiência administrativa, Alagoas seria sinônimo de eficiência. E não é." Segundo ele, "a divisão atende a meia dúzia de políticos com pretensão de se tornarem governadores, senadores e deputados e que não o conseguem."
Embora admita a necessidade de intensificar os investimentos no interior do Estado, ele atribui a distribuição insuficiente de receitas ao modelo tributário brasileiro, que desonera exportações. Hoje, graças a suas reservas minerais, o Pará é o segundo Estado que mais contribui com as exportações brasileiras. No entanto, como a lei Kandir, de 1996, isenta da cobrança de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) produtos voltados à exportação, a atividade rende poucas receitas aos cofres do Estado, segundo Coutinho.
Ele afirma que, em 2010, a mineração gerou R$ 330 milhões ao Estado; caso a cobrança de ICMS incidisse sobre a atividade, ele calcula que os valores somariam R$ 1,580 bilhão.
Déficit
Coutinho cita ainda em favor da manutenção das fronteiras do Estado um estudo do economista Rogério Boueri, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão ligado à Presidência da República.
O estudo afirma que, caso Tapajós e Carajás sejam criados, gerariam um déficit anual somado de R$ 1,8 bilhão, já que suas receitas não cobririam os custos de manutenção das máquinas estaduais. Os gastos, diz Boueri, teriam de ser cobertos pelo governo federal. Além disso, o economista afirma que o Pará, hoje com as contas equilibradas, passaria a ter um deficit anual de R$ 800 milhões.
O economista menciona ainda como argumento contrário à separação a existência de 12 outros projetos de emancipação pelo país, como os que pretendem criar os Estados de Gurgueia, no Piauí, e do Rio São Francisco, na Bahia. Cada novo Estado, segundo ele, criaria um gasto adicional de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. "Não dá para ser favorável a Tapajós e Carajás e não apoiar a criação dos outros Estados."

15 outubro, 2011

Campanha do "NÃO" em Belém

Em Belém taxis, órgãos públicos, escolas e faculdades públicas e particulares (dentro das salas, inclusive) estão todas adesivadas com o NÃO. Praticamente todos os ônibus têm um adesivo na entrada, no para-brisas ou no interior. Esse tipo de manifestação é proibida pela legislação eleitoral, porém não há qualquer vontade de fiscalizar, o MP eleitoral se faz de cego e os responsáveis pelos comitês do SIM também nada fazem. 


Maia e Queiroz precisa saber que, se de um lado a improvável vitória do sim pode torná-los heróis, o fracasso pode arruinar suas carreiras políticas. Mãos à obra! 


SIM AO DESENVOLVIMENTO

14 setembro, 2011

CÂMARA DE BELÉM PROMOVE DEBATE SOBRE DIVISÃO DO PARÁ

O debate organizado pela CMB será na próxima segunda-feira, a partir das 9h

A Câmara Municipal de Belém (CMB) vai realizar debate sobre o tema político mais apaixonante do momento: a divisão do Pará para a criação de dois novos estados, Carajás e Tapajós. O evento acontecerá na próxima segunda-feira, 19, a partir das 9h, no plenário da Casa.

A exemplo do que fez o Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor/PA), na semana passada, em evento do tipo, a CMB não colocará parlamentar algum como expositor do tema, mas apenas estudiosos com conhecimento do tema. São eles: advogado Zeno Veloso, que vai abordar os aspectos jurídicos do caso; jornalista Lúcio Flávio Pinto, aspectos geopolíticos; Ramiro Nazaré, impactos econômicos, e Édson Franco, impáctos sociais.

A promoção é da CMB, com a organização do evento sob responsabilidade da vereadora Vanessa Vasconcelos, primeira-secretária da Casa.

"O tema é apaixonante, mas o que se espera é que os expositores apresentem números consolidados, dados objetivos favoráveis ou contrários à separação, permitindo aos presentes reflexões sobre o tema e o bom, necessário e saudável debate", afirmou Vanessa Vasconcelos.

A CMB está realizando intensa mobilização para garantir presença expressiva do público. 

blogdopiteira.blogspot.com

02 setembro, 2011

Sim para o Desenvolvimento do Brasil (O povo fala)

Eu moro em belém, e sou a favor da divisão do estado sei que com isso vai traser melhoras tanto para cá quano para o resto do estado com essa divisão as unidades federativas ficarão mais administraveis, viveremos melhor tanto Belém quanto o resto que se tornarão independente. VOTO SIM, sim para o desenvolvimento do Brasil.

16 agosto, 2011

Empresário de Belém (O Povo Fala)

Sou empresário daqui de Belém e tenho muito interesse na divisão do Estado. Pois só vou investir e ampliar meus negócios em Santarém e Marabá se virarem capitais. Não vou perder nada com meus negócios aqui em Belém se acontecer a divisão, e sei que nas futuras capitais vou ganhar muito mais e promover trabalho, renda e desenvolvimento pra região. Todos vão ganhar com divisão.

Comentado em: procarajas.blogspot.com/2011/08/o-povo-fala-carajas-e-tapajos.html
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...