Mostrando postagens com marcador Contra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Contra. Mostrar todas as postagens

15 dezembro, 2011

Divisão de recursos é injusta, diz Jatene

Esse é o Governador que Queremos, que pouca vergonha


Em discurso com tom conciliatório às regiões que pretendem se separar do Pará, o governador Simão Jatene, utilizou o horário nobre na televisão ontem, às 19h30, para conclamar o povo paraense a enfrentar esse momento pós-plebiscito com coragem e humildade.

Em poucos minutos de pronunciamento em cadeia, o governador disse que o resultado do plebiscito será constatado daqui para frente, pois o tempo dirá se perdemos ou se ganhamos com a decisão tomada pela maioria do povo nas urnas no domingo, quando foi dito não à divisão do Estado para a criação dos estados de Carajás e Tapajós.

Para o governador os verdadeiros resultados serão construídos de agora adiante. “Espero que tenhamos os olhos uns para os outros nos unindo para resolvermos os problemas e sairmos mais fortes”, afirmou.

Ao contrário do tom severo, quando usou parte do tempo das frentes pró-Carajás e Tapajós em direito de resposta às críticas recebidas na campanha, Jatene disse, inclusive, que entendia a luta da gente simples das duas regiões que, segundo o governador, é “verdadeira e genuína”.

INTERESSES

Em entrevista ao vivo ao jornalista Mauro Bonna, apresentador do programa Argumento da RBATV, na noite de ontem, Jatene disse que a decisão pelo Pará unido “não significa a negação dos legítimos interesses da minoria. Não tira a legitimidade, o caráter genuíno das minorias”.

Jatene revelou que não concordava com a avaliação de que o plebiscito estava sendo articulado somente por interesses de grupos políticos locais porque entende que o eleitor das regiões separatistas teve como interesse a busca por melhores condições de vida. “Todas as lideranças têm que reconhecer o legítimo interesse do homem simples que votou por mais saúde, educação e segurança”.

O resultado o plebiscito aponta para uma revisão do pacto federativo. Há, segundo o governador, uma injustiça da divisão dos recursos para os estados que têm sua economia baseada na exploração de recursos naturais, como o Pará, voltando a criticar a injustiça da Lei Kandir, que proíbe o Estado de cobrar impostos sobre a produção mineral. “O pacto federativo não responde mais às necessidades da população”.

Aos índices altíssimos de votação no sim em Santarém e Marabá o governador contrapôs o resultado do não em Belém e Altamira. Mas, segundo ao governador, depois da experiência como “cobaias”, os paraenses têm que se unir por questões, como por exemplo, a aprovação da taxa sobre mineração, que prevê uma arrecadação de R$ 800 milhões por ano. Segundo Jatene, depois de uma reunião com a bancada do PT, ontem, os parlamentares do partido prometeram votar a favor da taxa.

Jatene desdenhou da proposta o deputado federal Lira Maia de retomar a ideia do ex-governador Almir Gabriel de transferir a capital paraense para a área central do Estado,possivelmente na região de Belo Monte. Uma capital centralizada, mas “pobre” pode não ser a solução para os problemas. Ele concordou, entretanto, que a criação de sub-governadorias ou até secretarias especiais para algumas regiões pode ajudar, lembrando que foi no governo dele que foram construídos os hospitais regionais com a internação de descentralizar o atendimento da alta complexidade que só existia em Belém.



Diário do Pará

11 dezembro, 2011

Ganso abandona campanha do NÃO e vai pro Japão (Que Falsidade)

O jogador Paulo Henrique Ganso após grande publicidade contra a divisão do Pará, seguindo sua rotina como jogador está agora no Japão, mostrando que não passou de um marionete, usado nas mãos do publicitario da frente contra a divisão em troca de um misero cachê.


Precisamos saber se a Fafá de Belém , a Dira Paes e a Leila Pinheiro estão em Belém votando.

07 dezembro, 2011

Governador do Pará (Simão Jatene) totalmente contra a Divisão do Pará

Na Tv a campanha do sim (favorável a divisão do estado do Pará) fez uma denuncia grave e formuladora de opiniões a respeito do governador do estado, revelando que o próprio governador manipulou as mídias exatamente em momento de debates e divulgação da campanha do sim, ele exibia suas imagens públicas bloqueando a divulgação favoravel a divisão do pará, o programa na TV revelou também que a empresa de publicidade que organiza a campanha do não é a mesma do próprio governador. Então mais uma vez o governador torna público a sua opinião a respeito do assunto através de suas atitudes. Lembre-se que o governador sempre quiz mostrar uma opinião imparcial que cada dia está indo por água abaixo, aliás, já está a água abaixo.


 O Governador é totalmente sem visão do progresso, já que não consegue administrar um estado.

01 dezembro, 2011

Palavras de um negativo - O povo fala

VOCÊ QUER DEIXAR DE SER PARAENSE ?????? QUER? gente os estados que estão atrasados vão piorar porque vai se tirar de onde não tem (PARA BANCAR CASADO GOVERNADO CAMARA DE DEPUTADOS E OUTRAS ASSEMBLEIAS DINHEIRO QUE VAI SAIR DO BOLSO DE NÓS PARAENSES O Pará inteiro pode ser socialmente justo. Retalhado não! Sim a integração! Ninguém nega que existem terríveis diferenças regionais históricas no Pará. Assim como existem diferenças regionais dentro do Brasil. É claro que as desigualdades precisam ser eliminadas para ajudar a resolver graves questões sociais e terríveis dramas humanos. Temos potencialidades e fragilidades em todas as regiões. Seja na capital ou no inteiror. O Pará e o Brasil precisam se unir em torno de programas de integração e não de desintegração. Precisamos de políticas de desenvolvimento que incluam todos os municípios, regiões, populações e não separem e enfraqueçam a luta pelo progresso e por um crescimento amplo, sustentável, que una regiões, economia, ecologia e gente. O Pará diz sim aos programas de desenvolvimento integrado. O Pará precisa de idéias e ações que costurem a bandeira de um estado forte, unido, inteiro. O Pará diz não ao retalhamento, ao esfacelamento. Vamos dizer sim a integração regional. VOTO 55

30 novembro, 2011

Frente contra a divisão do Pará entrega panfletos ilegais ao TRE

A frente contra a criação do Estado do Tapajós, liderada pelo deputado estadual Celso Sabino, protocolou ontem pela manhã no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) uma denúncia contra o movimento favorável à divisão do Pará. No processo foram incluídos, como prova, 20 panfletos que incitam o eleitor ao erro durante a votação do dia 11 de dezembro.

A princípio, o material seria de mobilização contrária à divisão, trazendo um mapa de como e argumentos, já conhecidos da sociedade, acerca de possíveis prejuízos que a partilha traria. Porém, um olhar mais atento mostrava que um erro levava justamente à opção contrária.

Ou seja, o texto dizia que para o eleitor votar contra a divisão bastaria digitar o número 77, que na verdade é a inscrição favorável à criação dos estados de Carajás e Tapajós.

“Querem enganar todos os cidadãos. É um desrespeito com o nosso povo, porque incita o eleitor ao voto contrário, se aproveitando de possíveis dúvidas em relação ao funcionamento do plebiscito”, explicou o presidente da frente Contra-Tapajós, ontem, na sede do TRE.

Os panfletos, digitados no computador e sem quaisquer referências a seus autores, foram coletados pelo deputado estadual Carlos Bordalo durante campanha do “não” no município de Curuçá, no último final de semana.

O desejo dos denunciantes é que haja uma investigação para descobrir os responsáveis pela produção do material e puni-los, coibindo assim o fato. No documento, também foi feita solicitação de reforço na campanha institucional informativa, de responsabilidade do próprio TRE.

“Queremos que o Tribunal e o Ministério Público Eleitoral investiguem o caso, porque se trata de um crime eleitoral. Não podemos ver esse tipo de coisa a 12 dias de uma eleição tão importante para todo o Pará”, afirmou Sabino.

Ainda segundo ele, a frente já teria recebido denúncia de distribuição de panfletos semelhantes na periferia de Belém, nordeste paraense e nos municípios da Ilha do Marajó.

Agora, o processo deve ser distribuído a um dos juízes eleitorais, para análise do mérito, e posteriormente, julgado pelo pleno do TRE. Somente então os magistrados se pronunciarão sobre o caso.

(Diário do Pará)

17 novembro, 2011

"Celso Sabino" é contra a divisão, veja o porquê!

Propaganda contra divisão dá arrancada

Uma campanha de reação à divisão. É assim que define o presidente da Frente contra a criação do Carajás, deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB) sobre a arrancada que a propaganda gratuita na mídia deu na campanha contra a divisão, desde o dia 11, quando iniciou a divulgação no rádio e televisão.

A reação prossegue durante esta semana com ênfase nos líderes políticos da região nordeste paraense, também chamada de parazinho, mas que concentra 64% da população do Estado. Uma reunião de lideranças políticas do nordeste e arquipélago do Marajó vai armar a estratégia maior de reação contra a criação de Carajás e Tapajós. Prefeitos e vereadores, além de outros líderes, se reunirão amanhã, a partir das 17 horas no Pommedor, localizado na avenida José Bonifácio, com os líderes das duas frentes contra a divisão.

Coutinho afirma que as frentes pró divisão do Pará começaram muito mal a campanha na mídia, mas o resultado da pesquisa apontando que 58% da população são contra a divisão demonstra que não há a mínima chance da separação ocorrer.

Segundo o deputado, a frente pró Carajás “apresenta falácias, dados mentirosos”, sobre o Fundo de Participação do Estados (FPE). Ele assegura que não há amparo legal para os números apresentados. Coutinho explica que a Lei Complementar 62/89, que regula o fundo instituiu 6.11% de repasse para o Pará e não há outros cálculos oficiais para Carajás e Tapajós. Que a estimativa de que o Pará vai ganhar mais recursos com a divisão não passa de “falácias”.

Hoje, a frente contra o Carajás realizará palestra sobre a divisão no município de Acará, a partir das 10 horas. Às 18h30 haverá reunião dos líderes da campanha em Concórdia do Pará com lideranças políticas e comunitárias locais. Às 21 horas será lançada a campanha do Não Carajás em Tomé Açu.

A partir de amanhã, diariamente, pela manhã, uma equipe da Frente em Defesa do Pará contra Carajás fará corpo a corpo nas feiras de Belém, com distribuição de material de campanha, começando pela feira do Guamá. À tarde será realizada adesivagem nos veículos nas ruas da capital. Das 19 às 21h30, a Faculdade Paraense de Ensino (Fapen) promove o “1º Seminário Acadêmico: esclarecer para decidir” com tema sobre a divisão do Estado do Pará.

Na sexta-feira, 18, haverá corpo a corpo dos líderes da frente Não Carajás nas feiras de Belém e distribuição de adesivos nas ruas da cidade. No município de Moju, haverá audiência pública a partir das 9 horas para debater a divisão do Pará. Às 16 horas haverá lançamento da campanha contra a divisão em Igarapé-Miri e às 19 horas em Abaetetuba. 

16 novembro, 2011

Sejamos realista sobre a divisão do Pará

Os representantes da campanha do sim, precisam mostrar para a população que os novos estados de tapajós e carajas, não irão gastar milhões de reais com obras para construir prédios como: Tribunal de Justiça, Ministério Público,Assembléia Legislativa e etc..., pois as estruturas existentes nessas localidades,serão modificadas e ampliadas aos poucos, conforme forem acontecendo as mudanças,de forma natural e conforme todos os outros processos de crescimento que forem acontecendo.Os responsáveis pela campanha do não,estão tentando emocionar a população,querendo manter o estado grande, porém inoperante e desigual,como sempre foi com a população sul e oeste do estado. A população da região metropolitana de Belém, não conhece a realidade do estado e precisa ser conscientizada da realidade. Estão fazendo terrorismo com o povo,dizendo que não vai ter concurso público e que o futuro do funcionalismo é incerto, isso chega a ser nojento, pois é claro que um novo estado terá que ser estruturado, mas de forma gradativa e dentro das necessidades de cada região! Deveria haver uma punição para quem fornecesse dados errados que confundem a cabeça do eleitor!!! 


Pense! seu voto é sua opinião.

29 outubro, 2011

Jogador "Ganso" aceitou atuar de graça como garoto-propaganda do “Não"

Ganso chuta bola durante treino do Santos no CT Rei Pelé
O jogador paraense Paulo Henrique Ganso doou duas camisas autografadas do Santos a uma das frentes contrárias à divisão do Pará. As camisas serão leiloadas para ajudar a frente a arrecadar recursos para a campanha.
A ideia da frente contra Carajás é fazer um leilão com outros artigos de famosos, como uma camisa do lateral santista Marcos Rogério Lopes, o Pará, e luvas do lutador Lyoto Machida, do UFC (Ultimate Fighting Championship). O grupo ainda estuda se haverá lances abertos na internet. As camisas de Ganso –uma alvinegra, de 2011, e uma azul, usada durante treinos em 2009– chegaram nesta sexta-feira, segundo o presidente da frente, o deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB). Ainda não foram definidos valores para os lances mínimos.
Nascido em Ananindeua (região metropolitana de Belém), Ganso aceitou atuar de graça como garoto-propaganda do “não”, contra a divisão do Estado. Ele foi convidado no final de julho pelo presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), o também paraense Ophir Cavalcante.

19 outubro, 2011

Opositores (Zenaldo Coutinho ) dizem que novos estados aprofundarão desigualdade

A divisão do Pará não resolverá os problemas do estado e ainda aprofundará as desigualdades. Essa é a avaliação do deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB-PA), um dos principais líderes do movimento contra a criação dos estados de Carajás e do Tapajós. Em vez de dividir, ele acredita que a melhor saída para desenvolver o estado é reivindicar da União maior repasse de recursos para recompensar a desoneração de vários tributos decorrentes das exportações.

No dia 11 de dezembro, os paraenses irão às urnas para decidir, por meio de plebiscito, se são favoráveis ou não à divisão do estado. Coutinho ressalta que apesar do grande tamanho, o Pará acaba limitado por causa das áreas de floresta e reservas indígenas, por exemplo. “Quando você aprofunda o olhar sobre o estado começa a identificar que muitas áreas são de reservas indígenas, reservas florestais, áreas de conservação, áreas militares e ainda a reserva legal por propriedade privada na ordem de 80%. Então, quando você termina esse levantamento, você já tem um estado muito menor para atividade econômica do que aquele olhar superficial”, disse à Agência Brasil.

Para o deputado, o Pará tem sido “agredido” pela União. “Nossa economia está baseada na exportação de produtos primários e semi-elaborados, que, inclusive, são garantidores, em grande parte, do superávit na balança comercial brasileira. O Pará é exportador de energia e o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] é cobrado no consumo, é exportador de minério, gado e madeira e essa exportação é isenta de ICMS para garantir a balança comercial brasileira. Então, na verdade, contribuímos com o país e não vem a devida remuneração por essa contribuição. Isso tem gerado obviamente alguns bolsões de miséria”.

Essa “distorção” na relação da União com o Pará, segundo Coutinho, tem sido responsável pela sensação de abandono das regiões mais distantes do estado. “A solução está na revisão dessa relação tributária e não a divisão que produzirá mais miséria, considerando que temos um aumento do custo da máquina pública multiplicado por mais duas estruturas de assembleias legislativas e palácios de governo, tribunais de contas e por ai vai.”

Além de não resolver os problemas da população, Coutinho ressalta que a divisão trará custos elevados ao contribuinte paraense. “A União não se responsabilizará com dívidas de estados novos, nem com os [servidores] inativos desses estados novos. Quem paga essa conta? Está lá no Artigo 234 da Constituição impedindo a União de assumir essas dívidas”. Acredito que quem pagará a conta será o Pará, um estado que mal consegue pagar a sua estrutura, por causa desse modelo econômico perverso. Como é que ainda vai bancar mais duas estruturas burocráticas?”, perguntou Coutinho.

Para ele, se o Pará já é um estado com um Produto Interno Bruto (PIB) considerado pequeno, com a divisão, seriam criados três estados em piores condições. Coutinho disse que por trás da ideia de dividir o estado não está em jogo o interesse da população, mas interesses políticos e econômicos de grandes grupos. “Todas as regiões sairão perdendo. Por que você vai ter três estados medíocres sob o ponto de vista econômico. O estado do Pará hoje com todo esse potencial, com toda essa força, participa apenas com 1,4% do PIB brasileiro imagina o que serão três estados dividindo. Serão três insignificantes sob o ponto de vista econômico geopolítico brasileiro”.

Coutinho ressaltou que melhoria da qualidade de vida dos cidadãos paraenses passa pelo aumento de recurso para o estado. “O que precisamos é ter recursos é sermos bem tratados e respeitados pela União. Então, esse debate tem até o condão de despertar as lideranças paraenses em busca dessa unidade e o respeito do Brasil com a um ente da federação que contribui com tudo isso e está sendo tratado de maneira mesquinha pela União”.


Fonte: dci.com.br

15 outubro, 2011

Campanha do "NÃO" em Belém

Em Belém taxis, órgãos públicos, escolas e faculdades públicas e particulares (dentro das salas, inclusive) estão todas adesivadas com o NÃO. Praticamente todos os ônibus têm um adesivo na entrada, no para-brisas ou no interior. Esse tipo de manifestação é proibida pela legislação eleitoral, porém não há qualquer vontade de fiscalizar, o MP eleitoral se faz de cego e os responsáveis pelos comitês do SIM também nada fazem


Maia e Queiroz precisa saber que, se de um lado a improvável vitória do sim pode torná-los heróis, o fracasso pode arruinar suas carreiras políticas. Mãos à obra! 


SIM AO DESENVOLVIMENTO

06 outubro, 2011

MANOBRAS DO GOVERNADOR SIMÃO JATENE CONTRA O ESTADO DO CARAJÁS, TAPAJÓS E O NOVO PARÁ. (O povo fala)

O governador Jatene, mesmo tentando passar a imagem de que é favorável a realização do plebiscito no dia 11 de Dezembro, para consulta sobre a criação do Tapajós e Carajás. Já deixou claro que é contra a divisão e criação de novos Estados.


Para isso, tem realizado várias manobras para desestabilizar a campanha do SIM ao Carajás e Tapajós, vejas as ações:


- Tirou o mandato do deputado federal Dudimar Paxiuba - PSDB, que era favorável ao Tapajós, mesmo sabendo que ele era suplente do Zenaldo Coutinho, líder do movimento do contra, com a promessa que retornaria ele no congresso, colocando o André Dias como secretário do seu governo, ou indicando ele para o TCE, como o TCE é mais demorado, é possível que até o dia do plebiscito, Dudimar continue afastado do cargo. Prova disto, foi a desistência do mesmo, que era pré-candidato a prefeitura de Itaituba.

- Janete de quebra, calou o vice-govenador, Helenilson Podente, de Santarém, primeiro, com um falso discurso, que os dois juraram defender a integridade do Pará, coisa que não está no discurso de pose do governador, pura mentira, e colocou Helenilson como Secretário maior no lugar de Zenaldo Coutinho, abafando deves, a maior voz, do Oeste do Pará,. que poderia fazer diferença na campanha do Tapajós em Belém.

- Jatene, fez várias promessa de liberações de recurso para vários convénios com os municípios da Região Oeste do Pará, principalmente os que comporem o novo Estado do Carajás e Tapajós, calando assim, os prefeitos e vereadores, dos presentes municípios. Nunca se viu o governo do Estado, presente nessa região, com viaturas alugadas, coisas que ele em campanha, criticou a ex-gvoernadora Ana Júlia, e prometeu que compraria todas novas, agora, sem perder tempo, alugou várias veículos enviou para essa região, para fingir que a segurança está em bons rumos.

- Todos os filiados do PSDB, que residem, nas cidades do futuro Estado, receberam ordem imediatas de ficarem neutros, sem movimentação nenhuma, principalmente os pré-candidatos a prefeito pelo PSDB, amarrados, em um aconchavo, isso vale para os partidos da base aliado do governo, quem quiser o apoio do Estado nas eleições de 2012, deve fazer corpo mole, e deixar a campanha pelo Tapajós ficar fraca.


- Na região metropolitana e região nordeste do Estado, são poucos cidades, que tem campanha a favor do Carajás e Tapajós, mais do contra, mesmo, poucos políticos fazendo campanha para o não. Mesmo com os números favoráveis para o não, Jatene tem usado de várias manobras contra a Criação do Tapajós, sabendo que em matéria de política, quem faz é o agente político, sem eles, o povo, não agem, infelizmente, são orientados e guiados ao beou prazer dos políticos, isso não é de hoje, e da história política do Brasil.

Os tapajoaras repudiam essas manobras, e principalmente aos políticos que em nome de seus interesses pessoais, tem se calado, diante de mais de 150 anos de lutas, pela a Criação do Estado do Tapajós, ficando neutros, sabendo que ao passar, o plebiscito, dependendo do resultado, corremos o risco, de tão cedo, não termos mais uma oportunidade como essa, para demonstrar ao Pará e ao Brasil, o que realmente queremos. Mais muitos vão se lembrados no futuro presente, pelo desempenho nessa campanha do Tapajós, os que participaram ativamente e os que não fizeram nada. E uma escolha que vai refletir no futuro político de muita gente.

SIM AO NOVO PARÁ
SIM AO DESENVOLVIMENTO

17 setembro, 2011

Jatene é contra a divisão do Pará

Essas são informações que obtive em um dos sites mais populares de notícias (IG, último segundo) e que faz uma cobertura bem dinâmica sobre a criação do Carajás e Tapajós (Divisão do Pará), uma dúvida que está no consciente de muitos foi esclarecida, veja:

Oficialmente, foram formalizadas cinco frentes que deverão entrar na disputa. São três frentes contra a divisão e duas a favor.
As três frentes contra a divisão do Pará têm como coordenadores os deputados estaduais Eliseu Faustino (PR) e Celso Sabino (PR), além do deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB), ex-chefe da Casa Civil do governo Simão Jatene (PSDB). Mas uma destas frentes ficará de fora. Existe uma disputa entre Faustino e Sabino para saber qual fará o embate contra a criação de Tapajós. A frente liderada por Coutinho fará campanha contra Carajás.

01 setembro, 2011

Zenaldo Coutinho declara guerra ao Estado do Carajás e Tapajós

Zenaldo , deputado federal licenciado, deixa o governo Jatene.
Ele pediu exoneração do cargo de secretário especial (Proteção e Desenvolvimento Social) do governo Simão Jatene, para se dedicar full time à campanha do “NÃO” à emancipação dos Estados do Tapajós e Carajás. Com a decisão, o parlamentar reassume a sua vaga na Câmara dos Deputados.

Em consequência, o 2º suplente do PSDB, Dudimar Paxiúba, com base eleitoral em Itaituba, vai deixar o cargo em Brasília.
Zenaldo promete não medir esforço para acabar com o sonho de liberdade , emancipação e desenolvimento das regiões oeste e sudeste. Uma luta de séculos não pode ser derrotada por egoísmo e dominação. O campo de batalha será a capital Belém para conquista dos votos. A luta continua aos que são fortes. Somente o “SIM” nos libertará e trará ao Estado do Carajás e Tapajós. o desenvolvimento.

19 maio, 2011

Deputado (Celso Sabino) vai ao STF para barrar plebiscitos sobre divisão do Pará

A discussão sobre o desmembramento do Pará, que ainda está no Congresso Nacional, já chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O deputado estadual Celso Sabino (PR-PA) entrou com mandado de segurança na Corte contestando a votação dos projetos na Câmara dos Deputados que autorizam plebiscitos para consultar a população sobre o desmembramento do Pará e a criação dos Estados do Tapajós e de Carajás.

O parlamentar pede que seja suspensa a tramitação dos projetos enquanto não for realizado o estudo técnico necessário para ajudar a população a votar de forma correta. Segundo ele, ainda não foram demonstrados os custos sobre a possível realização dos plebiscitos e, principalmente, a organização e manutenção dos novos Estados.

A ação pede a anulação da votação do último dia 5, quando o plenário da Câmara aprovou os plebiscitos sobre a divisão do Pará. O deputado quer ainda que o assunto só volte à Casa após realização de estudo pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicadas (Ipea) para obtenção de dados técnicos quanto à viabilidade econômica e social dos novos Estados.

Caso os pedidos sejam negados, o deputado pede "que seja sanada a obscuridade que paira sobre a amplitude de votação do plebiscito que será convocado" sobre a criação do Estado de Carajás. A relatora do processo é a ministra Ellen Gracie.

Terra
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...