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17 setembro, 2011

Jogadores, Atrizes e Cantores contra a criação do "Carajás e Tapajós"

Artistas famosos e um pouco influentes estão fazendo frentes contra a divisão do estado do Pará, andam mencionando textos decorados citando que a criação de mais dois estado não é viável.

Pensem! Se eu tenho um público (meus fãs) que são "todos" limitados pisicologicamente, onde se eu digo que sal é açucar e eles acreditam, logo pessoas interessadas em manipular um tal público chegariam em mim pedindo reforços.

De acordo fontes e meu raciocínio é isso que está acontecendo com a mídia, sendo comprada naturalmente. Pessoas que nunca falaram do assunto em suas vidas profissionais estão aparecendo agora se achado dono da razão, Jogadores, Atrizes e Cantores. Agora que oficialmente está altorizado a campanha aparecem sinônimos de mídia fazendo sua parte, querendo aparecer.

09 maio, 2011

Plebiscito da divisão do Pará repercute pelo país


A grande imprensa nacional repercutiu no último final de semana a aprovação pela Câmara dos Deputados de plebiscitos no Pará para ouvir a população sobre a possível criação dos Estados de Carajás, no sul e sudeste paraense, e de Tapajós, a oeste. A votação, que tem um prazo de seis meses para acontecer no caso de Carajás, ainda não foi definida totalmente pelo Congresso.

Matéria publicada sábado (08) pelo jornal Folha de São Paulo enfoca os impactos econômicos da possível criação do Estado de Carajás, que herdaria, após a divisão, as maiores reservas minerais e os principais empreendimentos da Vale instalados na região. Caso a população confirme a criação de Carajás, ele teria a maior mina produtora de minério de ferro em operação no mundo, em Parauapebas, explorada pela Vale. O texto da Folha lembra que em 2010, Parauapebas, Marabá e Canaã dos Carajás, que integrariam o novo Estado, responderam por 80% de todo o CFEM (royalties de mineração) arrecadado no Pará.

O jornal lista importantes reservas de cobre e níquel, exploradas pela Vale, que também ficariam no novo Estado e lembra que a Tapajós e ao Pará sobrariam apenas reservas de bauxita, como as do Rio do Norte, Juruti e Paragominas. Além disso, dos investimentos previstos pelas mineradoras até 2015, Carajás teria US$ 33 bilhões, Tapajós, US$ 0,6 bilhão, e o território restante do Pará US$ 7,9 bilhões.

RIQUEZA
O texto das Folha cita que as 39 cidades que integrariam Carajás fazem grandes apostas na extração de minérios, na siderurgia, na criação de gado e na geração de energia, atividades que iriam transformar a região numa das mais ricas do país, tendo como principal polo urbano e possível capital o município de Marabá. O jornal lembrou que Marabá celebrou a aprovação do plebiscito pela Câmara dos Deputados.
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