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17 fevereiro, 2012

Programa educativo desenvolvido no Estado de Cuiabá será modelo para o País


O Programa Mais Educação, desenvolvido no Centro Socioeducativo de Cuiabá, se expandirá para todo o País. A experiência bem sucedida vivenciada com os estudantes da Escola Estadual Meninos do Futuro, instalada dentro do Centro Socioeducativo da Capital, serviu de modelo para que o Ministério da Educação estendesse o programa para as demais capitais.

A parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e a de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh-T), durante 2011, levou os técnicos do MEC a considerar o programa seguro e a prática positiva para ser implantada em todos os Socioeducativos brasileiros.
O Programa, que amplia o tempo dos estudantes das escolas públicas para além do período regular, oferta às crianças e adolescentes atividades recreativas, esportivas e culturais. “ As atividades desenvolvidas pelo programa contribuem com o desenvolvimento dos adolescentes e jovens, proporcionando a eles acesso à cultura, ao esporte, ao acompanhamento pedagógico. É uma nova perspectiva de vida”, destaca a coordenadora do Mais Educação na Seduc, Simone Cristina Rubim Ferreira.
Na unidade Socioeducativa de Cuiabá, os cerca de 130 jovens (internos e os que estão em detenção provisória) frequentam atividades como informática, dança, música, canto, futsal, artesanato e natação. Os alunos são organizados em turmas de 15 a 20 integrantes e participam de todas as modalidades.
Para a diretora do Centro Socioeducativo, polo Cuiabá, Maria Giselda da Silva, "a experiência tem se mostrado excelente para os jovens, com resultados positivos na disciplina dos participantes e como uma ferramenta para o projeto de vida dos adolescentes”, disse.

09 fevereiro, 2012

Marabá terá curso de Medicina em 2013

Em agosto de 2013, começam as aulas da primeira turma de Medicina de Marabá pela Universidade Federal do Pará (Uepa). A informação foi dada na manhã de ontem em momento solene, antes da Aula Magna (recepção dos calouros da instituição), reunindo autoridades do Estado e do município de Marabá e região. O curso de Medicina é um dos que farão parte do Polo de Saúde do campus de Marabá, já que depois também serão implantados os cursos de Enfermagem e Educação Física.

A solenidade foi para assinar o documento de doação do terreno (de 1.600m²) anexo ao campus da Uepa para construção do polo. A prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, foi quem doou a área para que as obras sejam realizadas entre maio deste ano e abril do ano que vem, segundo o secretário estadual de Educação, Nilson Pinto.

“R$ 20 milhões já estão em nosso poder para implantar o curso em Marabá e fazer outras implementações no campus. Depois desse período de obras, que acaba em abril de 2013, inicia-se a fase de equipar a estrutura necessária ao curso. Paralelo ao período de construção será ofertada especialização aos interessados a se candidatar ao quadro de docentes do curso, mas no fim deste ano já terá vestibular para Medicina e os alunos começam a estudar em agosto do ano que vem”, garante o secretário.

A reitora da Uepa, Marília Brasil Xavier, destacou que a presença da universidade é um importante fator para o crescimento e que, assim como em Santarém (onde foi implantado o primeiro curso de Medicina no interior do Estado), esse é um importante passo para a região. “É um grande prazer fazer parte desse momento de realização de um sonho não só da Uepa, mas também da população regional, e temos consciência de que sem educação não há desenvolvimento endógeno de um povo”, observou Marília, anunciando ainda a reforma do prédio que já existe no campus, implantação de laboratórios, construção de um ginásio poliesportivo e de uma piscina semiolímpica.

O prefeito de Marabá, Maurino Magalhães, ressaltou que não mediu esforços para viabilizar a doação do terreno e que a prefeitura continua à disposição para ajudar em outras necessidades em torno da implantação do curso e também para firmar outras parcerias. Ele também aproveitou a oportunidade para agradecer à Uepa por ter cedido o professor Ney Calandrini, que faz parte do quadro docente da instituição, para que o mesmo pudesse assumir a Secretaria de Educação de Marabá.

Por sua vez, Calandrini elogiou a iniciativa do prefeito marabaense em repassar uma grande área que permitirá a ampliação da Uepa. O secretário lembrou que o retorno dos cursos da área de saúde para o município sempre foi um desejo seu, desde a época em que coordenava a universidade. “Marabá ganha não só na área da educação, mas também com a formação de novos profissionais para o setor da saúde, que ainda é muito carente”.

Também compôs a mesa da solenidade o tenente-coronel do Exército Francisco Yukishique; o titular da Semma, José Scherer; o presidente da Câmara Municipal de Marabá, Nagib Mutran Neto; o coordenador do campus da Uepa, Seidel Santos; e o deputado federal Zeca Marinho.

HISTÓRIA

O campus de Marabá foi criado há 18 anos e conta, até agora, com sete cursos de graduação regulares, que são: Engenharia de Produção, Engenharia de Alimentos, Tecnologia Agroindustrial (Hablitações em Alimento e Madeira), Licenciatura em Matemática, Licenciatura em Química e Biomedicina, com a primeira turma iniciando em agosto de 2012.

Pelo Plano de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), executado em parceria com o Ministério de Educação (MEC), são ofertados os cursos de Educação Física, Pedagogia, Licenciatura em Biologia, Licenciatura em Letras e Licenciatura em Geografia.

EM NÚMEROS

R$ 20 mi Montante que será aplicado no campus da Uepa em Marabá. Desse total, R$ 4,5 milhões serão apenas para implantação do curso de Medicina. O terreno onde será construído o Polo de Saúde tem 1.600 m².


(Prefeitura de Marabá)

08 fevereiro, 2012

Pará tem mais de 250 mil crianças fora da escola

No Brasil, 3,8 milhões de crianças e jovens de 4 a 17 anos estão fora da escola. Em números absolutos, o Estado que tem mais crianças e jovens nesta situação é São Paulo, com mais de 607 mil potenciais estudantes que têm seu direito à Educação negado. Na sequência, aparecem Minas Gerais (363.98), Bahia (277.690) e Pará com 256.323. O Estado com menos crianças e jovens fora da escola é Roraima, com 18.286. Os dados divulgados ontem, pelo movimento “Todos pela Educação”, foram levantados com base no resultado preliminar do Censo de 2010.

Com o maior número de jovens em idade escolar (17,3 milhões), a região Sudeste registra o maior número de crianças e adolescentes fora da escola (1,27 milhão). Na região Norte são 579,6 mil jovens que não estão estudando. A falta de atendimento escolar no Brasil é mais acentuada entre crianças de 4 a 5 anos (1.156.846 estão fora da educação infantil) e jovens de 15 a 17 anos (1.728.015).

Nestas faixas etárias, a pior taxa de atendimento no Pará é no grupo de crianças de 4 a 5 anos. Segundo o estudo, mais de 85 mil crianças estão fora da escola. O índice de atendimento nesta faixa é de 72,3%, considerado baixo pelos educadores. Os melhores índices no Pará estão na faixa de 6 a 14 anos, com 94,5% desta população tendo acesso à educação.

As taxas de acesso à Pré-Escola em todo o país permanecem em patamares muito mais baixos que os estabelecidos pelas metas do “Todos Pela Educação”. O Norte do país, em particular, tem a menor taxa de atendimento nesse nível de ensino, com 69,0% das crianças de 4 e 5 anos com acesso aos sistemas de ensino e mais de 201 mil fora da escola.

O atendimento a crianças e jovens de 6 a 14 anos, já se encontra em patamares mais elevados: 96,7% daqueles nesta faixa etária 

(Diário do Pará)

Pará: Diga sim para a Educação

Esse protesto é especialmente para o Governador Hipócrita do Estado do Pará, Simão Jatene

07 fevereiro, 2012

ONG cobra "política estruturante" para melhoria no acesso à educação no Brasil

Apesar de o Brasil ter obtido melhores resultados no acesso à educação, com a inclusão de mais 9,2% de crianças e jovens com idade entre 4 a 17 anos nos cursos do ensino fundamental e médio na década de 2000 a 2010, ainda é grande a parcela dos excluídos: 3,8 milhões de pessoas nessa faixa etária. 
“São aqueles que estão no campo, em favelas, em bairros muito pobres ou evadidos”, afirmou hoje (7) Priscila Cruz, diretora executiva do movimento Todos Pela Educação, durante o anúncio do resultado do quarto relatório de monitoramento das cinco metas propostas pela organização não governamental para serem cumpridas até 2022.

Ela alertou para o risco de as cinco metas não serem atingidas. A primeira delas é chegar a 98% dos alunos matriculados, em 2022. “A gente tem um risco muito grande de essas metas não serem atingidas caso não haja uma política estruturante [para o setor] muito forte em nível nacional e, principalmente, nos estados e municípios, que são os  responsáveis pela educação básica”, advertiu Priscila.

Na avaliação dela,  no tocante à segunda meta – obter índice pleno de alfabetização das crianças com até 8 anos – o resultado “está aquém do esperado”. No ano passado, apenas metade das crianças tinha conseguido o aprendizado mínimo em língua portuguesa e 40%, em matemática. Priscila afirmou que a deficiência acaba desaguando no ensino médio, onde apenas metade dos alunos que entram consegue concluir a etapa. Desse total, só 11% atingem o nível adequado de conhecimentos em matemática.
Para reduzir o atraso na aprendizagem dos alunos, é necessário “melhorar a qualidade do ensino e ter políticas de recuperação”, defende Tufi Machado Soares, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Para ele, fazer o aluno repetir um ano escolar deve ser uma prática adotada em último caso. Ele defende ainda a padronização dos critérios de reprovação na rede.

19 janeiro, 2012

Pará teve a menor taxa de frequência escolar


A menor colocação no ranking da taxa de frequência a estabelecimentos de ensino fundamental. Essa é a posição do Estado do Pará no levantamento ‘Presença do Estado no Brasil’ realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir de
dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em contraposição ao Estado do Mato Grosso do Sul - onde a frequência dos alunos é de 94,4% - no Pará, o índice não passa de 87,2%.
Segundo a diretora de ensino fundamental da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Ana Cláudia Hage, um dos principais fatores que provocam a evasão escolar no Estado é a necessidade que leva muitos alunos a começarem a trabalhar antes de concluir o ensino básico, porém, ela afirma não descartar a possibilidade do desinteresse por outros motivos. “Nosso aluno é também trabalhador. A evasão acontece justamente por causa do trabalho, mas também há as drogas... tudo isso tira o jovem da escola”, acredita. “A pesquisa aponta que são alunos do 6º ao 9º ano e essa é justamente a idade da adolescência”.
Diante do quadro preocupante que coloca o Pará na pior colocação, ela afirma que a Seduc já está tomando providências. “A Seduc vem criando algumas ações. Estamos investindo muito na qualificação dos professores. Hoje, 90% do nosso quadro tem graduação”, destaca. “Prevemos melhorias na estrutura das escolas para torná-la cada vez mais atrativa”.
Para o sociólogo Romero Ximenes, os fatores que influenciam a atratividade das escolas são mais complexos. Segundo ele, as soluções teriam que partir da melhor valorização dos profissionais que atuam nas escolas.
REFLEXO

14 novembro, 2011

Em Santana do Araguaia, educadores intensificam Campanha do SIM

A exatos trinta dias da realização do Plebiscito para a criação dos Estados do Tapajós e do Carajás, uma grande ação cívica será realizada no Município de Santana do Araguaia.
Falando à reportagem do DIÁRIO DO PARÁ, o professor Sérgio Abreu, coordenador de divulgação da Campanha do SIM, esclareceu os motivos da mobilização, encabeçada por todos os professores da rede municipal de escolas particulares e por alunos do ensino médio.

12 outubro, 2011

CÂMARA MUNICIPAL DE PARAUAPEBAS – TEMPOS DE CANGAÇO

Uma manifestação programada por estudantes para acontecer na Câmara de Vereadores em favor da implantação do campus da Universidade Federal em Parauapebas ontem, dia 11, transformou-se em confusão generalizada. Com as escolas estaduais em greve há quase um mês e com os alunos de várias escolas municipais sem aula por falta de água e de energia elétrica nos prédios onde funcionam, os estudantes não conseguiram mobilizar uma grande massa: o grupo que compareceu não passava de cinquenta componentes. Na convocação os organizadores chamavam para um ato pela implantação da UNIFESSPA e em defesa do direito de todos a uma Educação séria e de qualidade, já que segundo manifestantes, a situação da Educação é de descalabro na cidade.

A LEI DO MAIS FORTE
De início o vereador Euzébio, presidente da Câmara, que se elegeu com um discurso em favor da Educação (e muito dinheiro do INCRA, arrecadado com a liberação do desmatamento para quem contribuísse com sua campanha) impediu a entrada dos alunos para assistir à sessão. Depois de muitos embates do lado de fora o grupo conseguiu acesso ao recinto, mas sob severas ameaças, que partiram principalmente do líder do governo, Odilon Sansão, que inclusive ameaçou demitir aqueles que fazem parte do quadro de funcionários da prefeitura –alguns deles concursados -, ali presentes.
O RESUMO, A TRUCULÊNCIA
Com a tentativa de impedir a manifestação o início da sessão foi retardado e depois aconteceram diversas interrupções, com muitas vaias quando algum orador tentava sair em defesa do prefeito. O resumo dos discursos do presidente da Casa e do líder do governo pode ser o seguinte: “Estudante tem é que ficar de boca fechada e Parauapebas não precisa de escolas, Parauapebas precisa é de polícia, e eu sou amigo da polícia. E estou chamando agora a polícia para dar um pau em todos vocês. Eu demito, eu prendo, eu bato e arrebento.” Esse discurso era repetido por um bate-pau que se postou diante dos manifestantes, e que chegava a dar com o dedo em riste no nariz dos que estavam na linha de frente.

É A TREVA, É O CANGAÇO!
Não é preciso dizer que os estudantes ficaram indignados, assim como boa parte da população. E é necessário esclarecer também que a manifestação, em momento algum ameaçou a integridade das pessoas ou ameaçou a segurança do local e que por ser absolutamente pacífica é que causou estranheza a reação tão desproporcional do presidente da Casa e do vereador Odilon. Registre-se ainda que Odilon ameaça ser candidato a prefeito nas próximas eleições, com apoio de Darci Lermen, muito embora se comente na cidade que para felicidade geral, ele não é candidato a prefeito de Parauapebas, mas da Vila Cansanção, que faz parte do município.

Fonte: amarteladapa.com.br

26 setembro, 2011

A Educação do Grande Pará

Escolas estaduais iniciam semana sem professores

 Professores da rede estadual de ensino iniciam, a partir de hoje, uma paralisação por tempo indeterminado. A previsão do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Pará (Sintepp) é de que, nos primeiros dias, a greve atinja 60% das escolas da capital. A meta é estender o movimento para todas as escolas do Estado. Cerca de 800 mil alunos podem ter o calendário letivo prejudicado.

A esperança de um acordo que pode suspender a greve está em um encontro marcado para hoje entre os coordenadores do Sintepp e os secretários de Promoção Social, Nilson Pinto; de Educação, Cláudio Ribeiro; e de Administração, Alice Viana. O encontro está marcado para as 11 horas e há muita expectativa em torno da negociação.

Apesar de agendada a reunião, os líderes sindicais decidiram manter a greve hoje. Eles estão convocando os professores para um ato público a partir das 9 horas, na Praça Santuário, em Nazaré. De lá seguirão a pé até o Centro Integrado de Governo (que fica a uma quadra) para o encontro com os secretários.

Os professores reivindicam pagamento da diferença entre o que recebem hoje e o piso nacional do magistério, que é de R$ 1.187. Segundo cálculos do Sintepp, a diferença hoje seria de apenas R$ 97 reais. O governo anunciou que desse valor, pagaria R$ 27, o que não foi aceito.

O piso salarial dos professores foi aprovado pelo Congresso e referendado pelo Supremo Tribunal Federal após ser contestado judicialmente por cinco governadores. Neste ano, deve haver reajuste o que poderá elevá-lo para cerca de R$ 1,3 mil.

No Pará, além de conceder os R$ 27 de incremento para aproximar o salário do piso, o governo propôs implantar já em setembro, e não mais em outubro, o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da Educação, aprovado pela Assembleia Legislativa em junho de 2010.

Ontem, o DIÁRIO não localizou a direção da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para comentar a greve, mas em nota emitida após o anúncio da paralisação, na semana passada, a Seduc diz que o governo do Estado “mostrou todo o esforço em implantar o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), apesar da dificuldade orçamentária encontrada no início deste ano - deixada pelo governo passado”. “A atual gestão estadual fez os ajustes necessários no plano, aprovado no ano anterior, mas não colocado em prática em 2010. O atual governo cumpriu com a promessa e implantou o PCCR”.

Em relação ao piso salarial, segundo a nota, a Seduc aguarda uma sinalização do Ministério da Educação, que irá dar a complementação necessária a fim de que sejam pagos os 100% do piso.

PISO SALARIAL

Os professores querem o pagamento integral do piso nacional dos professores, de R$ 1.187, aprovado pelo Congresso e referendado pelo Superior Tribunal Federal. A diferença para o salário pago hoje seria de R$ 97, segundo o Sintepp. O governo do Estado se comprometeu a antecipar R$ 27 da diferença, mas os professores não aceitaram. 

(Diário do Pará)

17 setembro, 2011

Nossa Educação - Pará

Educação do Campo em Palestina do Pará um descaso! 

            A EMEF Vila Rica, está localizada no Projeto de Assentamento Angical, uma unidade escolar construída, com sala e cozinha, tinha uma boa estrutura física, e era utilizada para aulas das séries iniciais do Ensino Fundamental e beneficiava os filhos dos pequenos agricultores familiares dos PAs Angical e Açaizal, que residem em suas propriedades rurais com seus familiares.

                  O fato é que desde o ano de 2009, a referida escola encontra-se em total abandono pela Secretaria Municipal de Educação e pela Gestão Municipal, e desde então não se tem em funcionamento nenhuma turma de alunos, onde todos os filho de agricultores passaram ser transportados de caminhonete para que possam estudar na cidade.

                  A escola está largada, se deteriorando a cada dia, e a falta de interesse em resolver os problemas que visem a melhoria da Educação em nosso município é que motiva a dispersão e evasão escolar que tem ocorrido com freqüência em unidades escolares situadas na zona rural de Palestina do Pará. A Comunidade pede e clama por dias melhores na Educação Municipal
Blog:   Nós como defensores do Criação do Estado de Carajás acreditamos plenamente que isso se revolucionará com a divisão, seremos o primeiro a criticar e cobrar caso a educação no sul do pará não seja priorizada.
Informações: Folha de Palestina
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